domingo, 20 de setembro de 2009
Festival da Primavera no Parque das Ruínas
malabarismo, músicas peruanas, brasileiras, venezuelanas, MPB, afro
urbanas, rock.
Encerrando o Festival com “Evolução Cultural Músicas do Mundo”
Venezuela, Peru, Chile e Alemanha apresentando rock, folclore, dance,
tribal, clássico, afro e outros.
20 / setembro – domingo – de 10h às 22h
Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
aberto de terça a domingo – das 8h ás 20h
Rua Murtinho Nobre 169 – Santa Teresa – Rio
2252-1039
partiu?
sábado, 5 de setembro de 2009
Itiberê Orquestra Família
Shows
Dias 5 e 6 de setembro 19h
R$10 (inteira)
R$5 (meia)
R$1 (estudantes de música com carteirinha)
Renda revertida à Escola de Música da Rocinha
Workshop (gratuito)
Dia 6 de setembro 17h
Oficina de música universal (gratuita)
De 1 a 4 de setembro
Informações pelo iofnacaixa@gmail. com
CAIXA Cultural – Teatro Nelson Rodrigues
Av. Chile, 230 – Anexo – Centro – RJ
Tel: 2262-0942
Com este projeto, composto por shows, workshop e oficina, a ITIBERÊ ORQUESTRA FAMÍLIA completa dez anos de atividades mostrando toda a versatilidade e originalidade do grupo, disseminando a linguagem da música universal, iniciada por Hermeto Pascoal. O projeto realizado na CAIXA Cultural RJ, além de comemorar uma década do grupo, marca seu amadurecimento com o lançamento do terceiro CD – “Contraste” – , também lançado em turnê no Rio de Janeiro, através do Projeto Pixinguinha.
Instrumentos clássicos, regionais e de big-bands se misturam na formação inusitada desta Orquestra dirigida pelo músico Itiberê Zwarg. É também integrante, há 30 anos, do Grupo “Nave Mãe”, onde se iniciou na Música Universal, renovada concepção musical criada por Hermeto Pascoal. Itiberê, além de responder pelas composições, arranjos, regência e direção musical da Orquestra, toca diversos instrumentos como o piano, baixo, bateria e escaleta.
Música Universal foi o termo encontrado pelo mestre Hermeto Pascoal para descrever essa qualidade avançada de fazer música, poli-harmônica, rica em combinações timbrísticas e polirritmias. É universal por reunir referências dos mais diversos gêneros, por ser livre de preconceitos e rótulos. Carrega elementos do erudito e do popular, do tradicional e do contemporâneo, com doses de improviso. Traz um leque das mais variadas possibilidades estilísticas, indo da música erudita passando pelo jazz, choro e samba até o coco e o maracatu, ultrapassando todos os limites da música convencional.
A forma de compor e arranjar, denominada de Corpo Presente, também quebra a tradição: as músicas são compostas por Itiberê em tempo real, no momento dos ensaios, tendo em cada músico uma fonte de inspiração. Ao contrário das orquestras tradicionais, os músicos aprendem primeiro a tocar as composições para depois registrá-las em partitura. "Partimos do som, da referência auditiva, ao invés do método tradicional - que usa a visão, o olhar cravado na partitura. As músicas amadurecem muito rápido", explica Itiberê.
A música é transmitida de ouvido aos músicos simultaneamente à criação, e os instrumentos vão entrando na composição cada um à sua vez. Dessa maneira os músicos se envolvem no processo de criação, desenvolvem suas formas individuais de interpretação e de expressão, e ao mesmo tempo, a escuta do todo. Passando e repassando as notas de ouvido, os músicos acabam decorando rapidamente a nova composição, o que possibilita uma maior performance interpretativa. Como maestro, Itiberê tem uma postura bem próxima aos músicos, estimulando a expressividade e cuidando da dinâmica do grupo.
A Itiberê Orquestra Família foi formada em 1999, a partir do encontro de Itiberê com os primeiros músicos de sua Oficina de Música Universal, oferecida de forma permanente nos Seminários de Música Pro Arte, no Rio de Janeiro. Nestes anos de estrada, a Orquestra se apresentou nos mais importantes festivais e palcos do Brasil, além de ter sido calorosamente recebida no Uruguai e na Argentina.
Vamos?!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Drop Out*
and go to a new life
Out of job, out of money,
out of family, out of time...
Now, we have children
so let's raise them
inside this better world (that)
we are building; we are living
Sons of these parents
what is our drop out?
what is our new world
when this day is about to come?
What are we waiting for?
*Drop out - expressão usada nos anos 60 / 70 pelos movimentos de contra-cultura com o objetivo de declarar abandono do sistema socia-economico vivido nas modernas sociedades ocidentais.
informações:
http://en.wikipedia.org/wiki/Turn_on,_tune_in,_drop_out
Escrevi isto hoje na aula de Sociologia da pós-modernidade, quando o professor começou a falar deste termo. Fiquei pensando bastante a respeito da nossa própria geração, já que estes jovens dos anos 60 / 70 são vistos cada vez mais romantizados por conta da memória diluída na passagem do tempo.
domingo, 16 de agosto de 2009
Pensamento do dia.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Só há uma salvaguarda: por aqui a comunicação é feita em português, acesso restrito aos lusófon@s e isto eu não abro mão à globalização.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Incomum
E a noite ainda estava pra começar, quando recebo um convite de Aninha e Rafa pra irmos pro show do Moraes Moreira na Lapa. E foi a coisa mais maravilhosa que poderia ter acontecido, parafraseando Aninha: o show foi tuuuudo!!! A abertura foi do Vulgo Quinho e os Cara (que são demais por sinal) e depois Moraes Moreira, que carregou o filho Davi (pra mim foi uma grande surpresa, além de nunca ter visto Moraes Moreira ao vivo, não acreditava no Davi Moraes por completo)
Quando acho que não podia melhorar, eis quem adentra o palco: Pepeu Gomes!
E aí, só foi felicidade, chuveu Novos Baianos pra tudo quanto era lado, estava no limite do se melhorar estraga, e foi só alegria até as 4 da manhã. Eu não precisei exatamente mas parece que foram mais de 2 horas de show. Sei que ainda to extasiada do show, e ainda não consegui tirar um versinho da cabeça:
"Abre a porta e a janela e vem ver o sol nascer..."
E, parece que semana que vem vou pra São Paulo passar a última semaninha de férias, com meus/minhas ti@s e prim@s... e ainda to montando uma programação básica pra não passar em branco...
segunda-feira, 20 de julho de 2009
enfim, mudando radicalmente de assunto. Lá vem a coincidência:
Peguei emprestado com um amigo meu, Diego, o volume 1 do 'Mate-me por favor' (que afinal descobri que a versão completa está esgotada no Brasil, e o volume 1 da edição de bolso também) que foi um livro escrito por Legs Mcneil e Gillian McCain (jornalistas norte-americanos) baseado em entreistas e relatos de uma grande parcela da geração que originou o movimento punk nos anos 60 / 70.
E bem, o livro é tranquilo de ler, na verdade, as vezes a impressão que dá, que to lendo tablóide de fofoca da galerinha-punk-underground-freak-amigos-de-Warhol-&-cia...hahaha super deu certo. E to fazendo umas pesquisas paralelas na internet, já que eles citam muita música e fatos marcantes e o google tá dando uma dinâmica incrível a leitura.
Mas o que eu quero dizer na verdade é que, acabei descobrindo que há dois dias atrás: 18 de julho fez 21 anos que a Nico morreu. E o que mais me intrigou foi que depois de muitos anos de vício em heroína e afins, ela morreu com 50 anos, numa queda que teve de bike em Ibiza, sofrendo uma hemorragia cerebral séria, e não foi socorrida a tempo pois não tinha plano de saúde!!! Só depois a cruz vermelha a leva pra um hospital, mas já é tarde demais...
A mulher passou a vida tentando se matar de overdose, e morre de queda de bicicleta!
É parece que nem é só o Brasil que é impune com os pobres doentes...
quinta-feira, 16 de julho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
mas pelo menos confirmei o quão indústria aquilo é, o que não é hoje em dia também né??
E pro pré-feriado:
p-a-r-t-i-u-f-e-s-t-i-n-h-a-c-a-i-p-i-r-a-n-a-b-u-a-c-t-h-y?
sexta-feira, 5 de junho de 2009
1. Todo mundo só falou nisso essa semana;
2. Eu ainda fico na dúvida se é o Rio que pela São Paulo ou vice-versa;
3. Eu fico pasma com a cara-de-pau da prefeitura pegar uns programas NADA A VER e jogar na programação, como se fizesse parte da programação especial, tipo: a festa Yellow Submarine, que tem quase todo fim de semana... Outro mais explícito, hoje terá no Circo Show do Skatalites, apresentção mega especial, e a prefeitura joga na programação... quero ver se libera a entrada franca pra galera também, aí é fácil ter 48 horas de programação - hahaha - tosco!
4. Eu consigo ficar doente da noite pro dia, e fico com muita raiva quando acontece em fins de semana como este!
Enfim, vou ficar por aqui mesmo, assistir Elza Soares e o Farofa Carioca for free! E deixo o arraiá da UFRJ pra outro junho...
domingo, 31 de maio de 2009
All You need is love???
Essa semana um dos protestos mais pop do mundo fez aniversário (40 anos) o do John Lennon e da Yoko Ono, e também essa semana estreiou aqui no Rio a exposição do Yves Saint-Laurent. E por coincidência ou não, tinha esses cartazes que o Yves pintou ao longo dos anos sobre o amor, achei que valia fazer uma relação com a música d'Os Fuscas.
Nunca vi tanta gente junta no CCBB pra ver uma exposição.Achei legal ver tanta gente lá, mas foi meio caótico, tinha uma sala, que a galera tava fazendo fila pra entrar, pois lá dentro tava passando um vídeo e todo mundo queria ver, mas tinha que respeitar a capacidade máxima da saleta. Bem comprovei mais uma vez o quanto brasileiro se amarra em uma fila...
Claro, não vi o vídeo, só algumas peças da criação dele. Que eram lindas por sinal, mas nas manequins como sempre. Não vou nem entrar no mérito de ser de alta custura (aquele elitismo né) mas enfim, tá lá.
No entanto voltando aos cartazes: nada como umas intervenções de rua, pra exigirmos o que queremos... Não é nada contra a cama, o cabelo grande e o amor, mas surte efeito? Surtiu?
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Crítica pra descontrair
A começar pelo preço, porque né, sou pobre o suficiente pra reclamar qualquer R$1 / R$2 que encarecem a (ainda) meia entrada nos fins de semana. Então pagar R$6 pra ver um filme na telona é muito mais legal do que pagar R$8 / R$8,50 e afins...
Gostei da sala vazia, parecia que a sessão era exclusiva pra mim, e pr@s três ou quatros 'sujeit@s' que tavam lá comigo. O lado bom de verdade disso, é que não precisei aturar barulho de pipoca / grunhidos / fuxicos / celulares vibrando ou algo do gênero ao meu entorno. Mas é complicado também ter uma sessão de filme pra 5 pessoas, não é nem a questão do lucro da sala pro cinema, mas acho que é muita energia gasta pra pouca gente né. E depois a gente não pode reclamar pq que o preço é tão caro...
E o melhor pra mim, foram as críticas que ouvi nos banheiros: assim que cheguei, depois de comprar o ingresso fui ao banheiro, e tinha umas senhorinhas conversando:
_ Nossa, vc viu aquela opereta. É uma opereta francesa...
_ Ah vi. É uma opereta?? Nossa, pra mim fosse uma ópera!? [cara de espanto]
_ Não, minha filha, é uma opereta, e é francesa... Mas que filmezinho [sic] ruim...
_ É, realmente, é uma opereta, eu também não gostei não.
Nisso, tinha entrado uma mulher um pouco mais nova que as senhoras, que pegou o finzinho da conversa:
_ Vcs estão falando daquele musical?
_ É! Alquela opereta francesa, vc viu?
_ Ah vi sim, fui com uma amiga assistir, nós durmimos na metade do filme, saímos no meio da sessão...
_ É... Aquela opereta é muito fraquinha mesmo...
Saí transtornada do banheiro, e sem saber de qual filme aquelas três mulheres estavam falando!! Claro, rindo também bastante, mas tinha que disfarçar...
Assisti o filme - Vocês, os vivos (Du Levande), que por sinal, no início eu estranhei, mas depois de acostumar com a imagem parada me envolvi e gostei muito do filme, e achei a trilha sonora magnífica, apesar de ser uma mesma linha de música o tempo inteiro, tocadas pela Louisianna Brass Band, a banda do filme. O filme é extramente simples nas construções dos diálogos e cativante no desenrolar do enredo, por tratar de nada mais nada menos que o cotidiano e as crises de nós mesmos, só que com um clima mais gélido ( a produção é de vários países mas principalmente Suécia), vale a pena ser assistido.
Saí do cinema, pensei que minha saga tinha terminado, já pensando em ir pro Villa (
a noite iria ter um show de graça com Pepeu Gomes, mas nem vi.) fui ao banheiro e tinha uma outra velhinha (parece piada) conversando com a amiga que tava dentro de uma cabine:
_Sabe fulana, nunca vi filme tão ruim quanto esse Budapeste...
Ela só precisou falar isso, entrei numa cabine e comecei a rir - tentando não emitir som. Saí de lá, ela ficou me olhando deu um sorrisinho, e eui saí convicta dali de que não vou assistir esse filme. hahaha
Cara, pra que ler críticas no jornal, se a gente tem nossas queridas vovós, mais que experientes em dar pitacos em filme, pra nos indicar que há de melhor passando nas telonas??
sábado, 16 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Pois bem, antes da prova de ontem, passando pelo balcão de entrada do bloco "N", vi um jornal novo que deixaram por ali (sempre deixam algum jornal, mas geralmente é informativo do DCE, ou do Sindicato de professores, ou algo interno à UFF) porém o de ontem chamou atenção pela capa super colorida, e o nome: Vírus Planetário ... Peguei, mas como tava no desespero pra estudar, dei uma folheada, rimos bastante comum joguinho, e guardei na mochila...
Hoje de manhã após acordar bem disposta pós-prova (hahaha) peguei o jornal pra ler... Achei legal, é bom ter mais uma mídia indepéndente circulando entre os jovens(mesmo ainda no início, tá na 4° edição) não vou fazer um baçanço do jornal, pois só li esta edição, e gostei das reportagens, apesar de achar algumas mais do mesmo, no geral o jornal vale a pena ser conferido... No blog tem todas as edições digitalizadas e disponíveis pra download
E a brincadeira que veio no fim do jornal, no estilo de RPG de livro, só que num formato reduzido. É um texto com lacunas, onde a gente preenche com alguma opção indicada em diferentes quadros... Meu texto ficou assim:
Faça você mesmo seu choque de ordem
Uma série de reportagens no jornal Folha Universal sobre prostituição de albinos acompanhada por declarações alarmistas numa coluna escrita por Carlos Lacerda carregada de ufanismo new age e elogios ao Gabeira desviou a atenção dos comentaristas políticos justamente após denúncias após o BBB de que o homem público Dj Malrboro se envolveu com os estupros de freiras cegas do Daniel Dantas. Em seguida o jornal Wall Street Journal deu manchetes elogiando a dignidade com que Hebe Camargo grunhiu na Câmera de Vereadores do Rio de Janeiro. O prefeito do Rio Eduardo Paes num festival de pornografia chinesa, indicou seu padrinhos dos Alcoólicos Anônimos Marcelo Itagiba para Subprefeito do Camelódromo, dando-lhe carta branca para descolar uns baseados. A força-tarefa do companheiro sodomita Rodrigo Bethlem teve grande sucesso em tocar o terror nos trabalhadores informais, mas quando alguém se deu conta de que a associação dos donos de mansões no Jardim Botânico estava arranjando Gato-Net para assistir "The O.C.", alguém chamou atenção para um aspone do Senado e todo mundo telefonou para o Criança Esperança. Portanto, a única lição que nosso país aprendeu foi aquela que Padre Anchieta legou para várias gerações de brasileiros: " Quem com força ferra, com ferro será fudido".
domingo, 26 de abril de 2009
A Crise Invade o Rio

segunda-feira, 13 de abril de 2009
Domingo
Ontem o monólogo foi uma adaptação de um texto (praticamente autobiográfico) da Simone de Beauvoir (nem gosto!!) onde, ela conta um pouco da história de vida dela, das coisas que ela já escreveu, e a dura perda que foi a morte de Sartre na vida dela.
Nunca tinha visto Fernanda Montenegro atuando num palco. Apesar de ter sido um monólogo bem introspectivo (deu a ideia da Simone estar pensando alto no que foi sua vida, sentada numa cadeira no enterro de Sartre) foi bastante emocionante para mim, principalmente no final, quando as luzes foram se apagando e a imagem da Fernada tornou-se sépia na minha frente, parecia que estava vendo uma foto da própria Simone!
Foi lindo. Apesar de bem simples.
E ao final rolou ainda um bate-papo, que segundo a Fernanda, esse era um dos principais objetivos desse projeto teatral, apresentar textos e etc, e ao final ter uma conversa com o público. Esse bate-papo contou com a presença da socióloga Rosiska Darcy de Oliveira que levantou os debates teóricos de Simone - o papel da mulher, a velhice e a morte: através dos três temas que ela apresentou em linhas gerais as ideias de Simone.
Vale deixar claro que este evento se extenderá por diversas cidades do interior do Rio de Janeiro, e em sua maior parte o evento tem entrada franca, e quem quiser se informar mais, tem o site do sesc. O problema é que o site é meio desatualizado, então o negócio é catar informação no site mas não confiar 100%, tirar uma prova real é válido...
Ahh e quase esqueço de dizer.
Peguntaram assim pra Fernada:
O que vc sente de diferente entre o teatro a tv e o cinema. O que te chama mais atenção no teatro?
Ela diz:
"O teatro é a possiblidade que temos de nos educar em carne viva..." [onde nos educamos dos limites do nosso corpo e onde os rompemos] disse mais ou menos isso, só a primeira frase que consegui transcrever literalmente.
só isso, vale a reflexão.
domingo, 15 de março de 2009
Madeira do Rosarinho*
Vem à cidade sua fama mostrar
E traz com seu pessoal
Seu estandarte tão original
Não vem pra fazer barulho
Vem pra dizer e com satisfação
Queiram ou não queiram os juizes
O nosso bloco é de fato campeão
E se aqui estamos, cantando essa canção
Viemos defender a nossa tradição
E dizer bem alto que a injustiça dói
Nós somos madeiras de lei que cupim não rói
(Capiba)
*Hoje foi mais um domingo em família, na casa do meu tio, com meus avós, tios, tias, prim@s (não tod@s infelizmente) e amig@s da família reunidos.
Naquela típica tarde que discutir política ou economia não vai levar a lugar nenhum, naquela típica tarde que vc come mais que seu estômago aguenta, naquela típica tarde que vc se sente bem justo pelo fato de estar ali no meio de seus familiares, deixando um pouco os defeitos(que todos nós temos) de lado, naquela típica tarde que vc olha ao redor e vê como todo mundo já ta grande, inclusive quando vc bebe cerveja com seu/sua prim@, ti@, etc.
Foi assim que me senti hoje, e ouvi esta linda música acima, e digo, toda vez que ouço este frevinho lembro do meu avô, e sinto de perto um orgulho da raiz nordestina!
Viva a cultura popular brasileira, viva a cultura popular do Nordeste, viva a cultura popular de Recife!!

