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segunda-feira, 1 de março de 2010

falando de música...

Gosto muito de música ponto

porém sinto que as vezes exagero um tanto no quesito "diferente" pra me conquistar...

Nunca fui lá muito chegada, ao que se tem de mais de pop no cenário, não é nada muito elitista/babaquinha do tipo "ahh eu conheço as bandas mais obscuras do cenário underground da Cracóvia e tenho orgulho disto." Nem é assim, sabe. Mas sejamos sinceros, música pop é ótima pra dançar, mas simplesmente tem músicas e artistas que parecem tudo a mesma coisa, a mesma fórmula, e são verdadeiros chicletes. Aí vc faz, incoscientemente, um set list que fica a semana inteira na sua cabeça nos momentos mais impróprios por sinal. Bem naquela hora que vc busca concentração pra ler o maldito texto da aula do dia seguinte, ou naquele momento que vc ta sozinho dentro do onibus sem nada pra entreter, aí passa-se 40 minutos e vc continua com a mesma música que vc pensou no início da viagem... simplesmente torturante... assim defino a música pop. E mesmo assim não deixo de ser uma apreciadora, mas diferente das bandas do cenário underground da Cracóvia, eu não procuro esse tipo de música, elas que me acham nas festas, nas MPBfm, e nos Youtubes da vida... sinto que é roubada, mas mesmo assim não deixo de ouvir.


Só to escrevendo isso tudo, pra falar realmente das bandas que eu procuro, ou procurei ao longo da minha vida de fone no ouvido...

As vezes sinto medo, do tipo quase horror de pesadelos e tudo sabe, pelas bandas que descubro / ouço e me encanto (não necessariamente nessa ordem). E me deu uma vontade de falar disso hoje, pois mais cedo fiz um download de uma banda chamada Fan Death, já faz tempo que conheci uma música delas no canal da U-mag no yt. e já tinha ficado meio assustada com o clip, apesar de belíssimo, visualmente falando, não adianta: eu sou muito cagona, e desconfio bastante de bandas que gravam clipes em cemitério e coisa e tal, mesmo sendo de dia... e também fico passadinha quando não entendo de primeira o que a banda quis dizer no enredo do clipe (esse por sinal) já batem aquelas neuras de mensagens ocultas, ou nonsense que assusta à la roteiros de Harmone Korine e/ou amigos.

Aí, hoje de manhã, antes da minha internet começar de viadagem, revi o clip, relembrei de um monte de coisa e quando o download terminou, abri o arquivo e fui olhar a capa do disco:

(se liga na mulher segurando a máscara, com cara de caveira, atrás de uma meio índia meio virgem maria, porra assim é foda, né?)

Fala sério, me pergunto: por que gostar dessas coisas que vão me fazer ter um sono menos tranquilo?

depois do sustinho inicial, resolvi vasculhar internet a fora sobre a dupla mais freak que conheço (fiquei tanto na dúvida de qual foto escolher, por isso tem um monte) elas nem são do leste europeu ou do cu de qualquer aldeia dessas que geram humanos, esquisitos, sem lincença antropológica!

São frutos do epicentro da nossa bendita sociedade capitalista ocidental: sim, estadunidenses!!!

(eu disse dupla, e realmente Cocorosie é uma dupla, a imagem dobrada é da Sierra pra aclimatar o ambiente...)

Agora como não se encantar por criaturas como elas??

(detalhe da calça sexy!)


Apesar de todos os pesadelos gerados pelo preço da esquisitice, elas me fazem pensar que é possível sair do mais do mesmo, acreditar na música, e ainda provam que ser bizarro tem seu encanto, com linceça antropológica.


beijo Fan Death, beijo Cocorosie, beijo freaks of nature...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Quase cotidiano...

Acho que o dia de ontem precisa ser relatado aqui, há um tempinho que não tive uma noite tão tão... enfim...
Saí ontem de Jurujuba, com a intenção de ir pra reitoria assistir a colação de grau de uma turma de ciências sociais, que tinha entre alguns amigos, a Amandinha, que hoje tá morando lá no norte, e veio justamente para a colação, então o dia já era especial a partir daí. Cheguei na colação, e a Gláucia Silva (!) estava representando o reitor(!!) na mesa, o que achei o cúmulo de engraçado, já cheguei no fim infelizmente, não peguei quase nada. Mas saímos dali e fomos andando até a cantareira, e depois de ficarmos sem opção nos bares ali próximos, nos vimos sem saída, e fomos pro vestibular do chopp, a coisa demorou tanto que acabei por entrar pois tinha que ir a aula. Ainda respirei o ar do ICHF antes de subir, joguei uma sueca, como há muito não fazia, e perdi: óbvio!
A aula passou e na volta pra cantareira, todos já tinham ocupado o Laury, e pra lá fomos. Amandinha já estava lá com toda a trupe das antigas, e a galera mais caloura junta numa social como só se ve em cervejadas, e assim que olho pra trás: Ciça! Que saudade!! (e foi exatamente essas palavras que berrei Laury afora!)
Tinham comentado que Ciça apareceria... e como usualmente, dali pra frente foi só gargalhada, no melhor estilo Titília de ser!
Pena que tive de ir cedo pra casa, pois tinha que acordar cedo pra adiantar alguma coisa por aqui, quando dou a noite por encerrada dentro do 100 já, no meio da ponte Rio-Niterói, ouço:
_ Quem não gosta de preto, é preto. E quem não gosta de branco, é branco!

Fui procurar a voz, me deparei com um senhor que estava num dos últimos bancos do ônibus (eu estava no meio) e pensei: bem fudeu, se ele falar mais alguma merda vou começar a rir sozinha...
E quando menos espero, eis que surge Maurício no meio do ônibus, e já veio com um risinho no canto da boca. Daí pensei: Esse doidão falando merda, e o Maurício na sua sutil risada: fudeu de vez!

Daí, o senhor no toipo da sua seriedade deu um relato que fechou minha noite, ri junto com Maurício dentro do ônibus pra quem quisesse ouvir, e acabou sendo constragedor né, porém quem não riria:
O professor virou pro aluno em sala de aula.
_Quem descobriu o Brasil?
O aluno responde:
_ Não sei professor, eu moro em comunidade, não tenho nada a ver com isso, sou gente de bem.
Em choque, o professor decide relatar pro pai, a falta de interesse do filho, e conta que ele não quer saber de estudar e nem mesmo sabe quem descobriu o Brasil, no mesmo instante o pai retruca:
_ Não sabe? Bem professor, então é melhor o senhos pressionar ele, que as vezes foi ele mesmo...

Foi o suficiente pra coroar a noite...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Utopias

Bauman quero tua caveira!

domingo, 20 de setembro de 2009

Festival da Primavera no Parque das Ruínas

Atrações circenses nacionais e internacionais com palhaços, acrobacias e
malabarismo, músicas peruanas, brasileiras, venezuelanas, MPB, afro
urbanas, rock.
Encerrando o Festival com “Evolução Cultural Músicas do Mundo”
Venezuela, Peru, Chile e Alemanha apresentando rock, folclore, dance,
tribal, clássico, afro e outros.
20 / setembro – domingo – de 10h às 22h

Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas

aberto de terça a domingo – das 8h ás 20h
Rua Murtinho Nobre 169 – Santa Teresa – Rio
2252-1039

partiu?

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Uma lição pra vida:

Cantar / rir / falar alto pra caralho às 03:00 da manhã, pedir um pizza com ovo de codorna, e a pizza vir sem os ovos, significa uma coisa: a pizzaria vai mandar os ovos, mas vai jogá-los em forma de meteoro no interior de sua casa.

E aviso, o cheiro impregna.

sábado, 5 de setembro de 2009

Itiberê Orquestra Família

eflyer.gifShows

Dias 5 e 6 de setembro 19h

R$10 (inteira)

R$5 (meia)

R$1 (estudantes de música com carteirinha)

Renda revertida à Escola de Música da Rocinha

Workshop (gratuito)

Dia 6 de setembro 17h

Oficina de música universal (gratuita)

De 1 a 4 de setembro

Informações pelo iofnacaixa@gmail. com

CAIXA Cultural – Teatro Nelson Rodrigues

Av. Chile, 230 – Anexo – Centro – RJ

Tel: 2262-0942

Com este projeto, composto por shows, workshop e oficina, a ITIBERÊ ORQUESTRA FAMÍLIA completa dez anos de atividades mostrando toda a versatilidade e originalidade do grupo, disseminando a linguagem da música universal, iniciada por Hermeto Pascoal. O projeto realizado na CAIXA Cultural RJ, além de comemorar uma década do grupo, marca seu amadurecimento com o lançamento do terceiro CD – “Contraste” – , também lançado em turnê no Rio de Janeiro, através do Projeto Pixinguinha.

Instrumentos clássicos, regionais e de big-bands se misturam na formação inusitada desta Orquestra dirigida pelo músico Itiberê Zwarg. É também integrante, há 30 anos, do Grupo “Nave Mãe”, onde se iniciou na Música Universal, renovada concepção musical criada por Hermeto Pascoal. Itiberê, além de responder pelas composições, arranjos, regência e direção musical da Orquestra, toca diversos instrumentos como o piano, baixo, bateria e escaleta.

Música Universal foi o termo encontrado pelo mestre Hermeto Pascoal para descrever essa qualidade avançada de fazer música, poli-harmônica, rica em combinações timbrísticas e polirritmias. É universal por reunir referências dos mais diversos gêneros, por ser livre de preconceitos e rótulos. Carrega elementos do erudito e do popular, do tradicional e do contemporâneo, com doses de improviso. Traz um leque das mais variadas possibilidades estilísticas, indo da música erudita passando pelo jazz, choro e samba até o coco e o maracatu, ultrapassando todos os limites da música convencional.

A forma de compor e arranjar, denominada de Corpo Presente, também quebra a tradição: as músicas são compostas por Itiberê em tempo real, no momento dos ensaios, tendo em cada músico uma fonte de inspiração. Ao contrário das orquestras tradicionais, os músicos aprendem primeiro a tocar as composições para depois registrá-las em partitura. "Partimos do som, da referência auditiva, ao invés do método tradicional - que usa a visão, o olhar cravado na partitura. As músicas amadurecem muito rápido", explica Itiberê.

A música é transmitida de ouvido aos músicos simultaneamente à criação, e os instrumentos vão entrando na composição cada um à sua vez. Dessa maneira os músicos se envolvem no processo de criação, desenvolvem suas formas individuais de interpretação e de expressão, e ao mesmo tempo, a escuta do todo. Passando e repassando as notas de ouvido, os músicos acabam decorando rapidamente a nova composição, o que possibilita uma maior performance interpretativa. Como maestro, Itiberê tem uma postura bem próxima aos músicos, estimulando a expressividade e cuidando da dinâmica do grupo.

A Itiberê Orquestra Família foi formada em 1999, a partir do encontro de Itiberê com os primeiros músicos de sua Oficina de Música Universal, oferecida de forma permanente nos Seminários de Música Pro Arte, no Rio de Janeiro. Nestes anos de estrada, a Orquestra se apresentou nos mais importantes festivais e palcos do Brasil, além de ter sido calorosamente recebida no Uruguai e na Argentina.


Vamos?!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Boladão de Amor...

Hoje o pessoal viaja pro ENECS, e em homenagem a todos, em especial ao Caslu, pois através dele, tomei conhecimento dessa bonita máxima, deixo-lhes a trilha sonora da viagem:

Tô boladão de amor, de amor, de amor de amor
Tô boladão de amor, de amor, de amor de amor
Tô boladão de amor, de amor, de amor de amor
Tô boladão de amor, de amor, de amor de amor
Tô boladão de amor, de amor, de amor de amor
Tô boladão de amor, de amor, de amor de amor
Tô boladão de amor, de amor, de amor de amor
Tô boladão de amor, de amor, de amor de amor
Tô boladão de amor, de amor, de amor de amor

(tumtum pá)

Quero nhá-nhá com você
Te dar muito prazer
E depois fazer um nenê
pra gente criar

Tô boladão de amor, de amor, de amor de amor
Tô boladão de amor, de amor, de amor de amor
Tô boladão de amor, de amor, de amor de amor
Tô boladão de amor, de amor, de amor de amor


Boa Viagem, galera!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Modernidade

Causando em todo lugar que passa...





moda é atitude, rapá!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Incomum

Já fazia um tempo que não passava um fim de semana tão agitado como esse. Durante a semana ficamos sabendo que sábado já teríamos que aparecer na UFRJ para os primeiros trabalhos como monitores do Congresso da SBS (Sociedade Brasileira de Sociologia) que este ano acontece aqui no Rio no campus da Praia Vermelha da UFRJ. Até que foi tranquilo, saí de lá, e cheguei em casa já pra arrumar as últimas informações do folder que está no post anterior, da semana de ciências sociais, organizada pelos estudantes da uff. Soltamos já o folder oficial, agora é mais a expectativa dos últimos detalhes e torcer pra dar certo. E depois a tardinha fui ao evento de jazz que rolou no Leblon, já que ultimamente a grana ta curtíssima to aproveitando mais ainda esses eventos for free pra moçada... hahaha. Foi legal, e muito engraçado, durante o dia tinha feito um climinha ameno, aí carioca que não é bobo e nem gosta de sentir frio foi todo encasacado pra lá. Chegando lá, a gente só via nego de casaco na mão (me incluo) tava muito lotado, e sabe como é a história do calor humano né. Simplesmente não dava pra ficar de casaco, só quando saíamos ali do meio do povão. Teve a Mallu Magalhães e todo charme dela 'preciso ser retardada pra encantar o público' e é claro não podia faltar a presença de Camelo pra finalizar o evento de JAZZ, tudo a ver! e é mais lógico ainda que qualquer lugarzinho que um tocar o outro vai aparecer pra dar uma canja (como se fosse chamado) mas foi de grace mesmo (como dizem por aí) foi bom pra distrair.
E a noite ainda estava pra começar, quando recebo um convite de Aninha e Rafa pra irmos pro show do Moraes Moreira na Lapa. E foi a coisa mais maravilhosa que poderia ter acontecido, parafraseando Aninha: o show foi tuuuudo!!! A abertura foi do Vulgo Quinho e os Cara (que são demais por sinal) e depois Moraes Moreira, que carregou o filho Davi (pra mim foi uma grande surpresa, além de nunca ter visto Moraes Moreira ao vivo, não acreditava no Davi Moraes por completo)

Quando acho que não podia melhorar, eis quem adentra o palco: Pepeu Gomes!

E aí, só foi felicidade, chuveu Novos Baianos pra tudo quanto era lado, estava no limite do se melhorar estraga, e foi só alegria até as 4 da manhã. Eu não precisei exatamente mas parece que foram mais de 2 horas de show. Sei que ainda to extasiada do show, e ainda não consegui tirar um versinho da cabeça:

"Abre a porta e a janela e vem ver o sol nascer..."

E, parece que semana que vem vou pra São Paulo passar a última semaninha de férias, com meus/minhas ti@s e prim@s... e ainda to montando uma programação básica pra não passar em branco...

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Bêbados não podem ter blog, ou ao menos devia haver teste de bafômetro antes de um indivíduo sentar numa mesa de computador após um domingo daqueles... hahaha

enfim, mudando radicalmente de assunto. Lá vem a coincidência:

Peguei emprestado com um amigo meu, Diego, o volume 1 do 'Mate-me por favor' (que afinal descobri que a versão completa está esgotada no Brasil, e o volume 1 da edição de bolso também) que foi um livro escrito por Legs Mcneil e Gillian McCain (jornalistas norte-americanos) baseado em entreistas e relatos de uma grande parcela da geração que originou o movimento punk nos anos 60 / 70.

E bem, o livro é tranquilo de ler, na verdade, as vezes a impressão que dá, que to lendo tablóide de fofoca da galerinha-punk-underground-freak-amigos-de-Warhol-&-cia...hahaha super deu certo. E to fazendo umas pesquisas paralelas na internet, já que eles citam muita música e fatos marcantes e o google tá dando uma dinâmica incrível a leitura.
Mas o que eu quero dizer na verdade é que, acabei descobrindo que há dois dias atrás: 18 de julho fez 21 anos que a Nico morreu. E o que mais me intrigou foi que depois de muitos anos de vício em heroína e afins, ela morreu com 50 anos, numa queda que teve de bike em Ibiza, sofrendo uma hemorragia cerebral séria, e não foi socorrida a tempo pois não tinha plano de saúde!!! Só depois a cruz vermelha a leva pra um hospital, mas já é tarde demais...

A mulher passou a vida tentando se matar de overdose, e morre de queda de bicicleta!

É parece que nem é só o Brasil que é impune com os pobres doentes...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Pasma!!!


http://www.youtube.com/watch?v=op4byt-DtsI








valeu Livinha a dica!

domingo, 12 de julho de 2009

Comin' back...

Depois de quase duas semanas sem computador ( e após muitas reflexões sobre a nossa dependência contemporânea a esta máquina infernal) e também depois de quase um mês de corrida contra o tempo, pra estudar pras provas e trabalhos finais... Acho que eu voltei a vida virtual...
Na verdade, meu pc foi formatado, sorte que não perdi nenhum arquivo, pois o Marcelo (amigo do meu irmão que o consertou) fez um back up dos arquivos, mas os programas foram embora. Agora tenho um pc supinpa, que só tem office, paciência e copas!

Estava já desde o meio da semana atualizando algumas coisas, mas o blog tava meio esquecido...
E como já estou em clima de férias, celebremos o lazer, vou ensiná-los a arte do "Le Parkour", agradeço ao João por nos servir de modelo de demonstração:

1° Vista uma blusa amarela (pra todos te olharem) vá pra praça mais próxima, e suba num daqueles banquinhos que a velha guarda sempre usa:

Ah e sempre que der reclame do sol, ou do banco, ou de alguma coisa, pois se algo der errado foi o ambiente, lembre nunca culpe sua técnica!

2° Após alguns minutos de aquecimento, se prepare para o salto, lembre-se sempre de que seu corpo é seu instrumento, e quanto mais flexionado, e/ou melhor usá-lo seu salto sairá com mais perfeição (repare como o João posiociona os braços!!):



3° Agora é hora do salto, SEMPRE faça uma boa pose, para obter um bom registro fotográfico!


4°Curta o salto!!



ps: aconselhamos iniciantes a começarem suas atividades a partir de curtas distâncias e lugares baixos.

Esta sequência foi tirada em 2006 e hoje o João já pratica Parkour na muralha da China.

domingo, 31 de maio de 2009

All You need is love???

(olha quantas cabecinhas numa fila esperando pra entrar na sala de exposições)




Essa semana um dos protestos mais pop do mundo fez aniversário (40 anos) o do John Lennon e da Yoko Ono, e também essa semana estreiou aqui no Rio a exposição do Yves Saint-Laurent. E por coincidência ou não, tinha esses cartazes que o Yves pintou ao longo dos anos sobre o amor, achei que valia fazer uma relação com a música d'Os Fuscas.




Nunca vi tanta gente junta no CCBB pra ver uma exposição.Achei legal ver tanta gente lá, mas foi meio caótico, tinha uma sala, que a galera tava fazendo fila pra entrar, pois lá dentro tava passando um vídeo e todo mundo queria ver, mas tinha que respeitar a capacidade máxima da saleta. Bem comprovei mais uma vez o quanto brasileiro se amarra em uma fila...
Claro, não vi o vídeo, só algumas peças da criação dele. Que eram lindas por sinal, mas nas manequins como sempre. Não vou nem entrar no mérito de ser de alta custura (aquele elitismo né) mas enfim, tá lá.

No entanto voltando aos cartazes: nada como umas intervenções de rua, pra exigirmos o que queremos... Não é nada contra a cama, o cabelo grande e o amor, mas surte efeito? Surtiu?

sábado, 9 de maio de 2009

Sobre música

Fiquei sabendo do lançamento do cd novo do Bob Dylan, ainda não ouvi, hoje a tarde lembrei disso, quando sem querer dando uma zarpada nos canais depois de ter assistido um filme, e prestes a desligar a tv... vi na mtv (não sei como ainda pega aqui em casa, nem tenho tv a cabo e nem o famoso gatonet) enfim, passou um clip (novo talvez) do bob dylan no final de programa, não peguei direito as informações, o que é importa é: se essa música que eu ouvi, e que eu não to conseguindo achar no youtube for o estilo do cd, bem Robert Zimmerman morreu pra mim... Tá pop!





Prefiro o sujeitinho mirrado, polêmico, e debochado que era... E mais...









Estão vindo ainda esse semestre músicas novas de Regina Spektor, e Sonic Youth (esse ainda por sinal vazou [senha: rcd], e to ouvindo agora, ainda não tenho opinião formada, mas to gostando) Parece que o Sonic Youth ta me apaixonando, mais uma vez... Espero que a Regina Spektor faça o mesmo

A St. Vincent também já ta com músicas novas no espaçodela e um vídeo que eu achei legal, diferente a proposta...



E pra fechar, já que pra mim tudo acaba em rock'n'roll (rs), essa vai pros undergrounds e pá tchuns, tem uma banda de são paulo chamada The Dealers que eu adoro desde os meus dezepoucos só pra frisar, que ta gravando umas músicas novas, ainda não ouvi muito, mas as meninas tão mandando bem, fica a dica...


ouvindo: Anti-Orgasm - Sonic Youth

ps: me senti a colunista, crítica musical, rá!

segunda-feira, 30 de março de 2009

Poesia?

Giro mundo.

Gira mundo, como sempre girou
e gira rápido demais,
todo mundo vive inércia,
não tem como fugir.

e eu que achava que vivia parada
levava a vontade de viver a mover,
alguém já disse que movimento é mudança.

mover de estudande secudarista,
mover de guia de turismo,
mover de estudante de ciências sociais,
mover de guitarrista,
mover de disc jockey,
e a nova é mover de violinista!

até onde a gente muda? até onde a gente pára?

alguém já disse que parar é tornar-se obsoleto,
e pra que o mundo precisa tanto de mim?
e pra que eu preciso tanto do mundo?
mas também não quero deixar as responsabilidades minhas, nas mãos de gente que não se confia.

então, vamos girar, girar, pra essa budega mudar.

alguém já disse que tornar-se obsoleto é tornar-se burocrata ou reprodutor da ordem. E até mesmo canalha.

então deixa eu girar o mundo, pra que ele não gire sobre mim.